A comunidade LGBTQIA+ passa por dificuldades históricas para acessar o mercado de trabalho no Brasil. Neste dia 1º de maio, a equipe de A CRÍTICA ouviu amazonenses que sentem na pele diariamente os desafios de não só estarem inseridos no mercado, como também a dificuldade para acessar empregos de forma justa e igualitária.
(Foto: Reprodução/A CRÍTICA)
A comunidade LGBTQIA+ passa por dificuldades históricas para acessar o mercado no Brasil, em meio a tantos atravessamentos sociais e trabalhistas, a perspectiva é de luta para assegurar direitos que são constitucionais para uma vida digna e com maior equidade de gênero dentro das empresas.
Neste dia 1° de Maio, a equipe de A Crítica ouviu amazonenses que sentem na pele diariamente as dificuldades de não somente estarem inseridos no mercado de trabalho pela negação de direitos e condições de trabalho, mas também a dificuldade para acessar empregos de forma justa e igualitária. Assista o audiovisual completo
Socialmente, são dados passos curtos para cativar o respeito nos ambientes e profissionais. Para a assistente de Vendas Mablice Pontes as pessoas não compreendem que pessoas trans e travestis estarem no mercado de trabalho representa empoderamento. "É uma conquista", defendeu.
O nutriocionista Thiago Santos defende que o acesso de pessoas trans no mercado de trabalho não é vitimismo. "É importante que pessoas aliadas vejam a gente não como coitados, mas como profissionais de fato que tenham qualidade no trabalho", disse.