Enquanto São Paulo e outras cinco capitais registram alta da doença, Manaus mantém incidência elevada, porém estável. O rinovírus ainda é o principal vilão entre crianças e adolescentes na região
Entre os vírus respiratórios em circulação, o rinovírus se destaca como um dos principais responsáveis pelo aumento de casos no Amazonas (Foto: Tony Winston / Agência Brasília)
O Amazonas segue em nível de alerta para casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), mas sem crescimento recente, segundo o novo boletim InfoGripe da Fiocruz.
Enquanto São Paulo e outras cinco capitais registram alta da doença – impulsionada pelo vírus influenza A – Manaus mantém incidência elevada, porém estável. O rinovírus ainda é o principal vilão entre crianças e adolescentes na região.
O levantamento mostra que, em 2025, o Brasil já registrou 197 mil casos e 11,7 mil mortes pela síndrome. Entre os vírus respiratórios em circulação, o rinovírus se destaca como um dos principais responsáveis pelo aumento de casos no Acre, Amazonas, Roraima, Rio de Janeiro e Santa Catarina.