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Petrobras retoma investimentos bilionários em Urucu

Segundo o governador Roberto Cidade, as concessões criam segurança jurídica para ampliar a exploração de petróleo e gás no interior, fortalecendo a economia de municípios como Coari e Carauari.

André Alves
19/06/2026 às 07:58.
Atualizado em 19/06/2026 às 07:58

(Foto: Divulgação Petrobrás)

A Petrobras vai investir cerca de US$ 500 milhões em Urucu, após receber do Governo do Amazonas duas Concessões de Direito Real de Uso (CDRUs) para áreas em Coari. Uma das autorizações garante a continuidade das operações já existentes, enquanto a outra abre caminho para novos projetos de perfuração, marcando a retomada da atividade após mais de uma década. A expectativa é que os novos investimentos resultem na geração de mais de 3 mil empregos diretos e indiretos.

Ampliação - Segundo o governador Roberto Cidade, as concessões criam segurança jurídica para ampliar a exploração de petróleo e gás no interior, fortalecendo a economia de municípios como Coari e Carauari.

Retomada - A Petrobras prevê a perfuração de 22 novos poços nos próximos três a quatro anos. De acordo com a estatal, os projetos são estratégicos para manter a produção atual e buscar novas reservas, consolidando a presença da companhia na Amazônia e ampliando os negócios na região Norte.

Urucu - Considerada uma das mais importantes províncias petrolíferas terrestres do Brasil, Urucu volta ao radar dos grandes investimentos da Petrobras. A expectativa é que a nova fase de exploração fortaleça a arrecadação, gere renda no interior e amplie o protagonismo do Amazonas no setor energético.

Mapa - O Amazonas ganhou um roteiro inicial para tentar organizar uma das agendas mais sensíveis do Estado: a faixa de fronteira. O documento-base do PDIFF foi lançado em Manaus e pretende orientar ações em uma área estratégica, marcada por desafios de logística, segurança, meio ambiente e presença de povos tradicionais.

Extensão - Dono da maior faixa de fronteira internacional do Brasil, o Amazonas entra no projeto “Fronteiras da Amazônia” com a missão de transformar diagnóstico em política pública. O risco, como sempre, é o plano virar apenas mais um documento “bem-intencionado” na gaveta.

Correção -  A Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE) registrou, em nota, que o orçamento do Programa de Saneamento Integrado (Prosai) Parintins é de 100 milhões de dólares (cerca de R$ 560,9 milhões), em correção ao valor publicado pela coluna esta semana.

Água - A UGPE ressaltou que o programa já resolveu o problema da água contaminada no município, com a entrega da primeira etapa do sistema de abastecimento, no ano passado, durante o Festival de Parintins. Este mês, será entregue mais uma etapa do sistema, com a inauguração do Centro de Reservação e Distribuição de Água.

Educação - A Defensoria levou a Manacapuru uma agenda que vai além da visita institucional. Cerca de 700 estudantes participaram de atividades sobre cidadania, direitos humanos e inclusão, em três escolas públicas do município.

Formação - A ação mirou alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e do 3º ano do Ensino Médio, fase em que muitos jovens começam a entender, na prática, temas como acesso à Justiça, direitos fundamentais e convivência com as diferenças.

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