João Paulo Faria exalta cultura extrativista e denuncia destruição da Amazônia em Parintins
A figura do coletor da floresta faz referência ao extrativista que atua na extração sustentável, utilizando o jamaxi, que é o tradicional cesto trançado usado para carregar frutos, sementes e raízes nas costas (Foto: Jeiza Russo/A CRÍTICA)
O Amo do Boi Garantido, João Paulo Faria, personificou o coletor da floresta na arena do Bumbódromo durante a segunda noite de apresentação. A figura faz referência ao extrativista que atua na extração sustentável, utilizando o jamaxi, que é o tradicional cesto trançado usado para carregar frutos, sementes e raízes nas costas. Ambos os elementos foram destacados como símbolos da resistência e da cultura amazônica.
Em seus primeiros versos, o Amo exaltou a ancestralidade e a tradição do trabalho na mata, afirmando ter aprendido com os pais a zelar pela terra e conectando sua atuação à Batucada. Na sequência, Faria pediu licença ao que chamou de santuário Esmeralda para coletar o sustento na floresta, enfatizando que apenas quem pertence à selva passa por seu portal.
No encerramento de sua participação, o Amo fez uma denúncia contra os crimes ambientais diretamente para o público. Foto: Jeiza Russo/A CRÍTICA
No encerramento de sua participação, o Amo utilizou o espaço para fazer uma denúncia contra os crimes ambientais diretamente para o público. Ele concluiu o manifesto versando: