Adriano Aguiar afirma que o boi azul e branco conseguiu antecipar a intensidade característica da segunda noite sem perder a precisão técnica na abertura do Festival de Parintins
Adriano Aguiar (Foto: Junio Matos/A CRÍTICA)
O diretor musical do Boi Caprichoso, Adriano Aguiar, fez uma avaliação positiva da primeira noite de apresentações no Festival de Parintins e destacou, neste sábado (27), durante a passagem de som no Bumbódromo de Parintins (distante 369 quilômetros em linha reta de Manaus), que o espetáculo azul e branco conseguiu reunir elementos técnicos e emocionais.
Segundo Adriano, a apresentação do Caprichoso surpreendeu ao apresentar uma intensidade geralmente característica da segunda noite do festival, sem abrir mão da precisão técnica exigida na abertura da competição.
"Bom, nessa primeira noite, para o boi Caprichoso costuma ser uma noite mais técnica do que emocional, explosiva. Mas a noite de ontem foi muito diferente para quem assistiu. A gente conseguiu já colocar aquela vibe, aquele espírito da segunda noite na noite de ontem", afirmou.
Aguiar explicou que, historicamente, a primeira apresentação é marcada por um maior rigor técnico, enquanto as noites seguintes costumam proporcionar uma interação mais intensa entre o boi e a torcida. Na avaliação dele, o Caprichoso conseguiu antecipar essa atmosfera, entregando um espetáculo completo desde a estreia.
"Geralmente, os dois bois têm a tendência de se soltar mais, jogando o boi para a torcida. Ontem, o Caprichoso conseguiu ser técnico, emocionante e explosivo", declarou Aguiar.