Cunhã-poranga surgiu do chão da arena na Lenda Amazônica "Curupira – O Guardião da Vida", uma das maiores alegorias da segunda noite do Festival de Parintins 2026.
A cunhã-poranga Marciele Albuquerque se transformou em onças preta e pintada durante a evolução da Lenda Amazônica "Curupira – O Guardião da Vida", um dos momentos mais aguardados da segunda noite do Boi Caprichoso (Foto: Daniel Brandão/A CRÍTICA)
A cunhã-poranga do Boi Caprichoso, Marciele Albuquerque, se transformou, na noite deste sábado (27), durante a segunda noite de apresentações do 59º Festival Folclórico de Parintins (distante 369 quilômetros em linha reta de Manaus), em onças preta e pintada durante sua evolução para os jurados. Ela surgiu do chão da arena acompanhada por dançarinos do corpo cênico azulado no momento da execução da Lenda Amazônica "Curupira – O Guardião da Vida", do artista Roberto Reis.
A cunhã-poranga do Caprichoso, Marciele Albuquerque, evolui para jurados e público do Bumbódromo. Foto: Junio Matos/A CRÍTICA
Detalhe da onça preta no indumentária de Marciele. Foto: Daniel Brandão/A CRÍTICA
Com oito bases, 26 metros de boca de cena e 30 metros de altura, a monumental alegoria impressionou pelas proporções dentro da arena. O Curupira entrou na arena como um pássaro para depois se revelar aos jurados. O Boi Caprichoso apresenta, nesse segundo ato do espetáculo "Brinquedo que Canta Seu Chão", o subtema "Amazônia – O Chão da Vida", local onde floresta, rios, povos originários, comunidades tradicionais e seres encantados compartilham o mesmo chão.
A alegoria da Lenda Amazônica "Curupira – O Guardião da Vida" transformou a arena em um grande cenário inspirado na floresta amazônica. Foto: Junio Matos/A CRÍTICA