Com foco no digital e presença em todas as frentes, portal reúne equipes em Parintins e Manaus para mostrar bastidores, ensaios e histórias da maior festa cultural do Norte
A equipe completa do Portal A Crítica que está em Parintins para cobrir o festival (Foto: Glen Dinely)
Com uma operação intensa e integrada, o Portal A CRÍTICA realiza em 2025 uma cobertura completa e multiplataformas do Festival Folclórico de Parintins, reunindo equipes de reportagem, fotografia, mídias sociais, audiovisual e edição tanto em Parintins quanto em Manaus. O objetivo é mostrar tudo o que envolve o maior espetáculo cultural do Norte do país, dos bastidores dos bumbás aos personagens que vivem a festa no dia a dia da ilha.
Coordenador das equipes do portal e do jornal impresso, o editor executivo Dante Graça destaca o compromisso com a inovação digital sem abrir mão da tradição do impresso.
“A nossa ideia é fortalecer todas as marcas, todos os produtos A CRÍTICA, por entendermos que hoje a gente faz a maior cobertura multiplataformas de um evento no Amazonas, em princípio, da região Norte do país. Temos uma responsabilidade muito grande com o Festival, com o povo de Parintins e com o povo de fora também, né?”, afirma.
A mobilização começa antes mesmo dos bois entrarem em cena. Nos dez dias que antecedem o Festival, o setor de mídias e audiovisual do portal ativa uma cobertura criativa e despojada, com conteúdos produzidos em Manaus e na ilha, explorando os bastidores da preparação da festa.
“Quando finalmente chegamos em Parintins, focamos nos bastidores e também nos nossos carros-chefes, que são as transmissões de ensaios técnicos e das passagens de som. Além do ‘Item 19 - O Podcast das Galeras’, que continua acontecendo dentro do Festival, direto daqui da nossa redação”, explica Isabella Pina, coordenadora de mídias e audiovisual do portal.
Com conteúdos pensados especialmente para os canais digitais do acritica.com, a cobertura privilegia o ritmo da ilha, as histórias humanas e o envolvimento das torcidas. A proposta, segundo Dante, é seguir “nessa toada” até a última batida de tambor.
“A ideia é que a gente vá encerrar de fato o Festival. Vamos estar acompanhando, trazendo tudo em cima do lance, trazendo uma cobertura voltada para a festa, mas também voltada para as pessoas que fazem a festa. A gente quer sempre tentar humanizar essa cobertura, porque achamos que isso é muito importante, principalmente nesse ano que o festival completa 60 anos”, finaliza.
Toda a cobertura pode ser acompanhada nos canais digitais do portal A CRÍTICA: acritica.com, YouTube, Instagram, TikTok, Twitter e Facebook.
*Contribuiu Pedro Sousa.