Melquisideque de Lima Galvão Ferreira, da Polícia Civil do Amazonas, investigado pela 2º Vara de Crimes Praticados contra Crianças e Adolescentes da Comarca de São Paulo
Melquisideque de Lima Galvão Ferreira, investigador da Polícia Civil do Amazonas (Foto: Reprodução)
O investigador da Polícia Civil do Amazonas (PCAM) Melquisideque de Lima Galvão Ferreira foi preso nesta terça-feira (28), em Manaus, por meio de um mandado de prisão temporária pelos crimes de estupro de vulnerável, importunação sexual, ameaça e invasão de dispositivo informático.
"Melqui" como é conhecido no mundo do jiu-jítsu é investigado pela 2º Vara de Crimes Praticados contra Crianças e Adolescentes da Comarca de São Paulo. Além do mandado de prisão, a justiça paulistana cumpriu três mandados de busca e apreensão em Jundiaí (SP).
"São muitos crimes, são várias vítimas. Até agora eu tenho conhecimento de cinco. Envolve estupro de vulnerável, assédio sexual, enfim, as informações que eu tenho ainda são preliminares, mas já sei que ele está preso", disse a deputada estadual Alessandra Campelo, que colocou a disposição a Procuradoria da Mulher da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALE-AM) para novas vítimas.
Segundo a polícia, as denúncias na 8ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) que resultaram na prisão de “Melqui” partiram de uma ex-aluna de jiu-jítsu, atualmente com 17 anos. Além dela, outras duas vítimas também relataram os abusos, sendo que uma delas afirmou que os fatos teriam ocorrido quando tinha apenas 12 anos de idade.
Melquisideque está preso na capital amazonense e ficou à disposição da justiça.
Melqui Galvão é atleta e treinador de jiu-jítsu, com trajetória consolidada no esporte. Ele comanda uma academia no bairro Cidade Nova, na Zona Norte de Manaus.