Candidato também comentou questão da fumaça que atingiu Manaus e criticou a gestão estadual, comandada por Roberto Cidade
(Foto: Nilton Ricardo/ A Crítica)
O ex-prefeito de Manaus e candidato ao governo estadual David Almeida (Avante) afirmou que, se eleito, fará uma parceria com o prefeito Renato Junior (Avante) para implementar uma rua 24 horas semiclimatizada no Centro de Manaus, inspirada na Downtown de Las Vegas. Segundo ele, o projeto será implementado na rua Bernardo Ramos entre o Casarão da Inovação do Hotel Cassina até o Quartel da Polícia na entrada da ilha de São Vicente.
O candidato também afirmou que planeja levar várias secretarias de volta ao Centro de Manaus. Uma das possibilidades, que já estaria sendo tocada pelo prefeito Renato Junior, é usar o antigo prédio do extinto Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes de Cartas (Iapetec), localizado no Paço Municipal, para abrigar pastas do Estado.
David Almeida também aproveitou o espaço para criticas as gestões do ex-governador Wilson Lima (União) e do governador Roberto Cidade (União), que em oito anos fecharão uma arrecadação de R$ 245 bilhões e, ainda assim, o governo “não construiu em oito anos um hospital, uma maternidade, um SPA [Serviço de Pronto Atendimento], uma UPA [Unidade de Pronto Atendimento], uma delegacia”, além de escolas, segundo o candidato.
“Hoje, o Amazonas ocupa o último lugar em educação no ensino médio, a pior educação que nós já tivemos. O Amazonas é o 27º estado do Índice de Conservação de suas rodovias, o último do Brasil. O Amazonas tem o 26º IDH do Brasil. Pra vocês entenderem: até hoje, 38 municípios ainda não têm água tratada na torneira”, criticou.
O candidato também se posicionou contra a candidatura de Omar Aziz (PSD) ao governo do Amazonas, afirmando que ele já teve a oportunidade que sua saída do Senado faria o estado do Amazonas perder força. Apesar do elogio, David Almeida afirmou que o último de gestão de Aziz na segurança pública foi “uma tragédia” maior que a gestão de Wilson Lima. Ele também alfinetou Maria do Carmo afirmando que o “Amazonas não é laboratório para se fazer experimento”.