Candidato ao Senado Peter Miranda (Agir) afirmou que pessoas foram humilhadas por defender o chamado "tratamento precoce", formado por medicamentos como cloroquina, e comprovadamente ineficaz contra a covid-19
O candidato ao Senado Peter Miranda (Agir) afirmou que pessoas foram humilhadas por defender o chamado "tratamento precoce", formado por medicamentos como cloroquina, e comprovadamente ineficaz contra a covid-19. A fala foi dita durante debate com os candidatos ao Senado promovido por A CRÍTICA e Studio C na noite desta quinta-feira (15).
"Vimos pessoas que foram humilhadas, mulheres que foram aos prantos porque simplesmente defenderam o tratamento precoce. A vacina não tinha nenhuma regulamentação e nenhuma experiência para ser atestada, nós precisávamos de algo para ser dado ao povo", disse o candidato, apesar de todas as vacinas contra a covid-19 aplicadas no Brasil terem sido aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A fala de Peter Miranda foi dita após ele ser escolhido em sorteio para ser questionado pelo candidato Arthur Neto (PSBD). O ex-prefeito de Manaus não fez uma pergunta, mas aproveitou o momento para atacar o candidato Omar Aziz (PSD), que foi presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 no Senado.
Peter Miranda criticou a CPI e disse que o objetivo dos parlamentares era atacar o presidente Jair Bolsonaro (PL). "Todos que lá estiveram tiveram uma oportunidade de dar uma resposta ao mundo, ao Amazonas, que sofremos tanto, mas ao contrário, o que o presidente da CPI procurou foi um motivo para acusar o presidente", afirmou.