Presidente do TRE-AM explica que eleitores idosos precisaram de mais tempo nas cabines para concluir os votos neste domingo (4)
Carla Reis explicou que o comparecimento dos idosos na votação vale como Prova de Vida para o INSS (Divulgação/TRE-AM)
A desembargadora Carla Reis, presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) declarou neste domingo (4), que a votação em alguns colégios eleitorais em Manaus ainda não foi encerrada devido a quantidade de idosos que compareceram para votar, o que resultou em demora dos eleitores na cabine de votação.
“A votação não encerrou, justamente porque tivemos um número grande de pessoas idosas e como a desembargadora Nélia (Caminha) relatou: teve um senhor que estava na cabine (de votação), e ele não sabia finalizar”, explicou a desembargadora Carla Reis, presidente do TRE-AM.
O comparecimento de idosos às urnas neste domingo já vale como Prova de Vida para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A Prova de Vida é um procedimento de revisão anual, focado em identificar se o titular do benefício previdenciário ou assistencial continua vivo para garantir a manutenção de pagamentos.
A corregedora Nélia Caminha detalhou a ocorrência envolvendo um idoso, que teve os votos anulados, em uma escola no bairro Japiim. Segundo relatou à imprensa, o eleitor está há trinta minutos na cabine de votação, devido às dificuldades físicas e motoras. A desembargadora, assim como a presidente do TRE-AM não informara o número de colégios eleitorais onde a eleição ainda ocorre.
“Quando eu cheguei na seção eleitoral, ele (o idoso) já estava com meia hora na cabine de votação. E o povo naquele calor, esperando no corredor. Ele não tinha a mínima condição de votar: não enxergava, não sabia digitar, não sabia os números dos candidatos e não poderia abandonar a cabine e nem finalizar a votação. O voto foi anulado para que se desse continuidade à votação”, detalhou Caminha.