Consumir proteína, como snacks proteicos, ao longo do dia estimula o processo de síntese proteica para formação de músculos, aponta nutricionista.
Se existe um nutriente que furou a bolha do mundo da musculação e passou a ocupar um espaço central na rotina de quem busca mais saúde e melhor composição corporal, é a proteína. Ainda assim, um erro bastante comum persiste: olhar apenas para a quantidade total consumida ao longo do dia e negligenciar a forma como esse consumo é distribuído.
Proteína é um dos principais macronutrientes para a formação dos músculos e outros tecidos do corpo humano. Pensa nela como o cimento que une os blocos de um muro. Sem ele, os tijolos não ficam firmes, logo, sem proteína, os músculos não são construídos. Por isso é importante não apenas consumir proteína, mas também consumir a quantidade adequada para você ao longo do dia, não somente nas refeições principais.
Na prática, concentrar toda a ingestão de proteína no almoço ou no jantar e passar longos períodos sem consumi-la não é a estratégia mais eficiente. De acordo com a nutricionista Nicolle Sant’Anna, consultora da Dr. Peanut, o consumo de proteína ao longo do dia faz com que o corpo passe o dia gerando síntese protéica.
“O corpo não estoca proteína como faz com outros nutrientes. Quando distribuímos o consumo ao longo do dia, mantemos estímulos constantes para síntese muscular, saciedade e estabilidade de energia”, explica a nutricionista.
Nicolle Sant’Anna, nutricionista
Essa lógica ganha ainda mais relevância quando colocada diante da vida real. Entre jornadas de trabalho intensas, deslocamentos e agendas cada vez mais apertadas, manter refeições completas e equilibradas em todos os momentos do dia nem sempre é viável. É justamente nesse espaço que os snacks proteicos deixam de ser tendência e passam a assumir um papel estratégico.
Segundo dados da Euromonitor International, o mercado de alimentos saudáveis no Brasil já movimenta mais de R$15 bilhões por ano, enquanto o segmento de snacks proteicos cresce em ritmo acelerado, com taxas que podem chegar a cerca de 17% ao ano.
Mais do que conveniência, esses produtos funcionam como uma ponte nutricional. “Eles não substituem refeições completas, mas ajudam a evitar longos períodos sem ingestão de proteína, contribuem para a saciedade e facilitam a manutenção de um consumo mais constante ao longo do dia”, reforça Nicolle.
E faz sentido. Para indivíduos sedentários, a recomendação média gira em torno de 0,8 a 1g de proteína por cada quilo de peso corporal. Já para quem pratica atividade física ou busca melhora de composição corporal, esse número costuma variar entre 1,2 e 2g/kg, sempre considerando individualidade, objetivos e rotina.
Nesse cenário, a organização da ingestão é tão importante quanto o volume total. Estratégias simples, como incluir uma fonte de proteína logo no café da manhã, garantir boas porções nas principais refeições e inserir lanches proteicos ao longo do dia, já fazem diferença significativa. “Dividir a meta diária em três refeições principais e um ou dois lanches é um caminho prático e eficiente para a maioria das pessoas”, orienta a especialista.
É dentro dessa lógica que marcas começam a reposicionar o papel do snack. No universo dos salgados, a Znack That, recém-lançada pelo Grupo Supley — hub de suplementação que reúne marcas como Max Titanium, Probiótica e Dr. Peanut — surge com a proposta de oferecer sabor, valor nutricional e saudabilidade em um snack salgado pensado para a rotina. Com de 10g de proteína por porção, sem fritura e sem glúten, os snacks aparecem como alternativa para momentos em que a fome surge, mas o tempo é curto, ou naquele tempo mais calmo onde há o desejo de comer algo mais indulgente e mesmo ainda, mantendo a saudabilidade.
Já no território dos snacks doces, a Dr. Peanut - referência nacional em pastas de amendoim gourmet - amplia as possibilidades para além das pastas, com barras proteicas, alfajores e wafers que podem chegar a até 24g de proteína por porção. Versáteis, elas também entram como aliadas no dia a dia, combinadas com frutas, adicionadas ao iogurte, em preparações como panquecas ou até em receitas doces e salgadas.
No Amazonas, os snacks protéicos também fazem sucesso, além das conhecidas barrinhas de proteína, lanches como brownies e pipocas doce com proteína são bastante consumidos. Neste quesito, a Wheypoca fit, primeira pipoca protéica do Brasil, conta com diversos sabores. Com cada pote contendo 12g de proteína, sendo zero gordura, zero glúten e tendo até opção zero lactose, a pipoca com whey é uma excelente alternativa para bater os macros de proteína a qualquer hora do dia, já que nem sempre temos tempo ou vontade de bater o whey protein.
No fim, a discussão sobre proteína deixa de ser apenas sobre “quanto consumir” e passa a envolver “como consumir”. Entre metas ideais e hábitos possíveis, é na consistência e não na perfeição que os resultados, de fato, começam a aparecer.