Mesmo com a queda dos números de casos de Covid-19 no Amazonas, e principalmente na redução do número de mortes pela doença, as escolas particulares de Manaus mantém a incentivo ao uso de máscaras
(Foto: Agência Brasil)
Mesmo com a queda dos números de casos de Covid-19 no Amazonas, e principalmente na redução do número de mortes pela doença, as escolas particulares de Manaus mantém a incentivo ao uso de máscaras de proteção dentro do ambiente escolar. Já no caso do Colégio Laviniense Ensino Integrado: Pingo de Gente, o uso da proteção e demais medidas de segurança voltaram a ser exigência.
No educandário, essa medida surgiu após a confirmação de nove casos da doença pelo local, sendo a maioria em turmas da chamada 3ª série.
“Reforçamos que continuaremos além dos protocolos do Estado, reativando barreiras sanitárias, mantendo a renovação do ar nas salas de aula, o uso do álcool 70%, a aferição de temperatura na entrada, e seguiremos recomendando fortemente o uso de máscaras nas dependências da Escola”, diz uma portaria emitida pela escola.
Ainda segundo o documento, nesta quinta-feira (2), uma equipe da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) esteve no local e emitiu uma série de recomendações a serem adotadas pela escola, que afirma ainda estar realizando todos os procedimentos de saúde e segurança.
A reportagem de A Crítica tentou contato com demais escolas particulares de Manaus, e todas foram uníssonas: estão seguindo todos os procedimentos sanitários necessários diante da Covid –19, e acompanham de perto possíveis novos surtos da doença dentro dos centros de educação.
Já o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Privado do Estado do Amazonas (Sinepe-AM) informa que, apesar dos casos de Covid-19 seguirem em queda, a adesão dos protocolos de prevenção continua fazendo parte da rotina das instituições associadas. Disponibilização de álcool em gel e limpeza de superfícies e objetos de uso comum estão entre as medidas. A obrigatoriedade do uso de máscaras tem sido facultativa e, cada escola, tem realizado uma pesquisa interna, entre alunos, pais e funcionários, para a permanência, retomada ou dispensa do acessório.