Governador também anunciou que o Colégio Militar de Manaus, administrado pelo Exército Brasileiro, pode retornar com aulas presenciais. Novo decreto deve vigorar a partir da próxima segunda-feira (5) e vale por 15 dias, dependendo do cenário epidemiológico
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O governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), anunciou nesta terça-feira (31) a nova fase das medidas de restrição que inclui flexibilização do horário de funcionamento e atendimento presencial de serviços.
O novo decreto a vigorar a partir da próxima segunda-feira (5) e vale por 15 dias, dependendo do cenário epidemiológico. A restrição de circulação de pessoas fica definida entre 00:00 e 6hrs. Restaurantes podem abrir de 6hrs até às 23 horas, com lotação máxima de 50%. Balneários podem funcionar de 7hrs às 16hrs. Escolas de ensino médio da rede privada estão autorizadas ao retorno das aulas presenciais.
O governador também anunciou que o Colégio Militar de Manaus, administrado pelo Exército Brasileiro, pode retornar com aulas presenciais. Na declaração, o governador não explicou o motivo do retorno de aulas presenciais apenas no colégio militar administrado pelo Exército. Colégios militares administrados pela polícia militar seguem com aulas remotas.
Conforme Wilson Lima, as decisões que norteiam o novo decreto estadual foram tomadas após reunião entre membros do governo e representantes de bares, restaurantes. Também participaram de reuniões com o governador membros do comitê de combate ao Covid-19 e de órgãos de controle, como o Ministério Público, Tribunal de Contas do Amazonas, Defensoria Pública, entre outros. Pública, entre outros.
Durante o anúncio das medidas de flexibilização, Wilson Lima anunciou o pedido que fez ao Ministério da Saúde para inclusão dos profissionais da educação no grupo prioritário de vacinação.
Terceira onda
Preocupado com o possível surgimento de uma terceira onda de casos da Covid-19 no Amazonas, o governador Wilson Lima usou o que está acontecendo hoje em países da Europa, entre eles França e Alemanha, para destacar a importância de a população amazonense não abandone os cuidados com a pandemia.
“A gente tem uma preocupação em razão das aglomerações que tem acontecido, principalmente nas festas clandestinas. Apesar de termos vacinado praticamente todos de 60 anos pra cima, não significa que a gente já esteja livre da covid”, comentou. “Não significa que tá tudo liberado. Tem gente que está achando que com a vacina, pode tudo. O que está acontecendo na Europa, com a terceira onda, é real e pode acontecer aqui’, relatou.