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Manaus
CONCURSO

Candidatos alegam falta de provas em escola e Seduc reconhece problema

Foi registrado falta de provas na escola Karla Patrícia Barros de Azevedo, no bairro Tarumã. A unidade é um dos pontos de aplicação do concurso público da Seduc 08/07/2018 às 14:23
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A Seduc apontou que a falta de provas foi registrada na escola (Foto: Reprodução)
acritica.com Manaus (AM)

Candidatos do concurso público da Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc) reclamaram da falta de provas na manhã deste domingo (8), em um ponto de aplicação do exame, na Escola Estadual Karla Patrícia Barros de Azevedo, no conjunto Cidadão X, no bairro Tarumã, na Zona Oeste de Manaus. Por meio de nota, a secretaria reconheceu o problema.

Uma internauta relatou para o Portal A Crítica, por volta das 8h26, que três turmas estavam esperando para fazer as provas. Segundo ela, nas salas, não constavam os nomes dos candidatos.

"Três turmas nessa escola estão esperando fazer a prova da Seduc, sendo que não consta sala, nem nome dos mesmo que esperam. Precisamos de ajuda para divulgarmos essa falta de respeito e comprometimento, com as pessoas que estão desde às 5h da manhã em pé, pulando de ônibus em ônibus para chegar a tempo", disse a internauta.

Outra internauta também relatou o problema no mesmo local de aplicação da prova. "Nesta escola até o momento não chegou a prova", comentou ela, por volta das 8h44.

Seduc se manifesta

Por conta dos problemas registrados, a Seduc divulgou uma nota para a imprensa na manhã deste domingo (8). Segundo a secretaria, durante a aplicação do concurso, na escola, faltaram provas para alguns candidatos. O órgão informou que a coordenação do certame solucionou problemas trazendo provas extras, que existiam para eventualidades como essa.

A Seduc também comentou que as provas extras foram conduzidas da base do instituto organizador do certame por motoqueiros da Polícia Militar do Estado do Amazonas e escoltadas por batedores. A secretaria destacou que as provas estavam em malotes lacrados.

De acordo com o órgão, quando as provas extras chegaram à escola, o grupo de candidatos se recusou a aceitar as provas e saiu da sala. "A alegação deles era que as provas não tinham os nomes deles, mas nas provas extras não constam nomes de nenhum candidato, pois são criadas para solucionar problemas dessa natureza. O conteúdo das provas extras são os mesmos das personalizadas", apontou por meio de nota, a secretaria.

A Seduc informou que por conta desse incidente o certame na escola começou às 8h45, mas a coordenação ampliou o prazo de encerramento para às 11h50, não havendo prejuízo de tempo. Ainda a secretaria negou a informação que provas de São Gabriel da Cachoeira tinham sido levadas até a escola.

Problema de atraso 

O titular da Seduc-AM, Lourenço Braga, pediu "desculpas", na manhã deste domingo (8), aos candidatos que não conseguiram realizar as provas do concurso devido à distância dos locais dos exames. Com mais de 238 mil inscritos, o certame é o maior realizado no Amazonas

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