Em 2015, aeronave de mesmo modelo caiu em Manaus e duas pessoas ficaram feridas
(Foto: Divulgação)
A queda do avião do Greenpeace na manhã desta terça-feira (17) A queda do avião do Greenpeace na manhã desta terça-feira (17) em Novo Airão (a 180 quilômetros de Manaus) é o segundo acidente do tipo no Amazonas. No dia 23 de julho de 2015, outro aeroplano do mesmo modelo, Cessna Caravan 208 de prefixo PR-PAZ caiu em Manaus. Duas pessoas ficaram feridas.
Em 2015, o piloto e um passageiro, únicos tripulantes da aeronave, ficaram feridos após o acidente. O caso ocorreu por volta das 16h de quinta-feira. Na ocasião, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) avaliou as causas do ocorrido, mas o relatório final da ocorrência não foi divulgado.
Investigações
O Sétimo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa 7) informou que vai realizar uma ação inicial de investigação do acidente envolvendo a aeronave.
“A ação inicial é o começo do processo de investigação. São feitos registros fotográficos, partes da aeronave são retiradas para análise, relatos de testemunhas e documentos são colhidos”, explicou.
Após a conclusão da investigação, um relatório final será divulgado no site do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
Outros casos
O acidente do avião modelo Cessna 2018 em Novo Airão ocorreu por volta das 11h. A informação foi confirmada pelo Centro de Comunicação da Aeronáutica (Cecomsaer) da Força Aérea Brasileira (FAB). Uma turista sueca de 29 anos que não teve o nome divulgado morreu após a queda e teve o corpo levado para o Instituto Médico Legal (IML) http://www.acritica.com/channels/manaus/news/corpo-de-turista-sueca-morta-em-queda-de-aviao-e-levado-para-o-iml durante a tarde. Quatro pessoas sobreviveram e estão na capital recebendo atendimento médico e não correm risco de morte.
No IML, uma funcionária do Greenpeace, que não quis ser identificada, disse que o trajeto se tratava de um voo panorâmico na região do arquipélago de Anavilhanas, o qual fazia parte de um estudo. Segundo ela, o percurso era feito com freqüência na região.
Em nota, o Greenpeace disse que além da turista, três brasileiros estavam na aeronave, além do piloto. A ONG reiterou que os esforços estão concentrados em colaborar com os órgãos competentes que estão investigando o fato.
Conforme consulta no site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronavegabilidade do hidroavião era considerada “normal”. O transporte também tinha peso máximo para decolagem de 3.792kg, com capacidade para oito passageiros.
O consulado da Suécia em Manaus informou que está acompanhando o caso e tomando as providências que a situação requer. O consulado disse ainda que aguarda informações oficiais da Embaixada da Suécia, em Brasília.