Terça-feira, 19 de Novembro de 2019
DECISÃO

Juíza mantém prisão temporária de Alejandro Valeiko e mais dois do Caso Flávio

José Edvandro Martins de Souza Júnior e Vittorio Del Gatto, investigados pelo envolvimento no homicídio do engenheiro Flávio Rodrigues, tiveram pedidos de relaxamento de prisão negados pela juíza



alejandro_FAECA322-D2C8-496C-83A5-05428B8B8F6C.jpg Foto: Junio Matos
18/10/2019 às 09:00

A juíza Ana Paula de Medeiros Braga Burssulo, da 2ª Vara do Tribunal do Júri do AM, indeferiu na noite dessa quinta-feira (17) os requerimentos de relaxamento ou revogação da prisão de Alejandro Molina Valeiko, José Edvandro Martins de Souza Junior e Vittorio Del Gatto, devendo ser mantidas as prisões temporárias.

A magistrada também aceitou o pedido da defesa de Vittorio Del Gatto que pede a realização de exames do seu estado de saúde. Todos são investigados pelo envolvimento no homicídio do engenheiro Flávio Rodrigues, e cumprem prisão temporária em delegacias de Manaus.



Na decisão que a reportagem teve acesso, a juíza Ana Paula determinou a transferência de Mayc Vinícius Teixeira Parade, que até então estava preso na sede da  Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DHES), situada na Av. Grande Circular, Zona Leste da capital, para a "cela do seguro" do Centro de Detenção Provisória de Manaus II (CDPM II), situado no km 08, da BR-174 (Manaus-Boa Vista).

A juíza concedeu ao policial militar Elizeu da Paz de Souza, a possibilidade de que seja ele seja conduzido ao local da realização do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) por escolta do Batalhão de Policiamento de Guardas da Polícia Militar.

Quanto aos fatos narrados na petição pela defesa de Mayc Vinícius Teixeira Parede, bem como no requerimento da defesa de Vittorio Del Gatto, a juíza determinou a extração de cópias das referidas peças, e suas remessas à Promotoria Especializada no Controle Externo da Atividade Policial (PROCEAP), para apuração e, em caso de constatação dos fatos narrados, adoção das providências cabíveis.

Abuso de autoridade

A magistrada enfatizou ainda que não há impedimento para que, em caso de violações e abusos por parte da autoridade policial, os advogados dos investigados requeiram as providências necessárias e pertinentes diretamente ao membro do Ministério Público designado pela Procuradoria-Geral de Justiça, por meio da Portaria n. 2972/2019 PGJ, para acompanhar os procedimentos policiais junto à Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), referentes aos fatos ora apurados.

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